O retorno à Tapará – Parte 2

Após um ano da gravação e exibição do documentário e entrega dos primeiros livros, o projeto retornou às comunidades de Tapará e viu que as ações deram frutos: crianças e adultos trabalhando em prol da natureza.

A diretora da escola Dom Pedro I, Idelvânia Cardoso contou que as histórias fizeram com que os alunos ficassem mais criativos e se tornassem disseminadores de boas práticas sustentáveis. “O livro veio trazer essa ideia de proximidade, de cuidado com o meio e nossas riquezas. Trabalhamos com os alunos as temáticas do livro e percebemos que eles estão se desenvolvendo cada vez mais”, disse.

 

Com 15 anos e concluindo do ensino fundamental, Wanessa Sousa conta que encontrou informações sobre a região na trilogia e isso fez com que ela se sentisse representada. “Isso contagia, dá vontade de entrar na equipe dos guerreiros e fazer tudo, ser realmente um super-herói”, enfatizou. A estudante conta ainda que percebeu a eficácia do repelente enquanto fazia a leitura e aprovou a ideia.

Gabriel Bernardes, de 11 anos, também aplica na prática os conhecimentos apreendidos nos livros e se sente um protetor da natureza. “Toda vez que eu vejo alguém poluindo o meio ambiente, cortando uma árvore vou tomo uma atitude. Muitas vezes a gente ignora a natureza, mas ela não merece isso. Ela merece ser tratada com tudo de bom”, com um sorriso no rosto, disse o estudante do 7º ano do ensino fundamental.

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